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Gabriel Cardoso
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Acróstico Amanda (Desculpas)
Avulsa ao amor alheio, importuno e desordeiro.
Massacra-me com normalidade que transcende a indiferença
Acalenta a ferida causada, com o simples sabor da tua existência
Não negue a mim tua doce palavra como negaste teu afeto, “amor”
Debilmente peço-lhe desculpas, meu afeto por ti debilita-me...
Admito meu erro, meus erros o que for, admito toda minha heresia cara inquisitora d’alma.
Desculpe-me
14/01/2010
Gabriel “Cabrial” Novais Cardoso
- Eu já não lhe amava, quando para ti escrevi essa aberração. Talvez eu nunca a tenha amado, mas valeu a ilusão. Desculpe-me minha cara, não se zangue comigo, eu nunca menti para ti. Eu nunca disse “eu te amo”. Iludimo-nos, mas nem tanto.
- Eu sempre disse a ti que diria “eu te amo” a quem amasse realmente, tu me chamava sincero, verdadeiro, mas jamais notou que nunca ouviste “eu te amo” sair para ti, da minha boca.
Em 10/6/2010 às 21:29:45
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